
A Cuidadora Invisível
🫥 O texto aborda com sensibilidade o cotidiano silencioso dos cuidadores familiares de pessoas com deficiência. A narrativa revela o invisível de uma mãe.

🫥 O texto aborda com sensibilidade o cotidiano silencioso dos cuidadores familiares de pessoas com deficiência. A narrativa revela o invisível de uma mãe.

O texto orienta pais e cuidadores na escolha de uma creche ideal, destacando pontos essenciais como acolhimento, segurança, infraestrutura, respeito à individualidade da criança e parceria com a família. A abordagem propõe um olhar sensível e responsável sobre essa decisão tão importante para o desenvolvimento infantil.

🧵 O texto é uma homenagem à mãe da autora, Dona Alice, celebrando sua criatividade e afetividade por meio das artes manuais. Marilice Costi compartilha memórias ligadas à costura, revelando como cada ponto, tecido e criação carrega história, cuidado e identidade.
🪡 A narrativa resgata momentos de infância e aprendizados silenciosos transmitidos entre linhas e agulhas. O post valoriza o legado feminino, afetivo e artesanal deixado por Dona Alice, conectando o passado à sensibilidade presente na obra da escritora.

Quando uma aula de arquitetura ensina sobre inclusão, os alunos compreendem muito mais do que um elemento urbano. Aprendem sobre a vida humana.

O texto traz orientações sensíveis para quem deseja apoiar pais de crianças atípicas, como aquelas com autismo (TEA). Destaca que a amizade e o acolhimento são fundamentais para aliviar o peso emocional vivido pelas famílias. O post também oferece dicas práticas de como estar presente, ouvir sem julgamentos e colaborar no cotidiano desses pais.

A autora aborda a urgência na implantação da Lei de 2001 que trata da reforma psiquiátrica, com destaque para os manicômios judiciários. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Ministério da Saúde estão articulando formas de viabilizar a legislação dentro de um prazo de um ano. O texto convida à reflexão sobre os impactos dessas mudanças na saúde mental coletiva e o respeito aos direitos humanos no contexto institucional.

O texto mergulha na memória afetiva e social do Frigorífico Z. D. Costi, antigo polo fabril de Passo Fundo. Através de uma narrativa envolvente, são resgatadas histórias de trabalho, comunidade e pertencimento que marcaram gerações. Mais do que um espaço de produção, o frigorífico foi símbolo de identidade coletiva e de laços familiares.

A cofundadora da Tismoo no TEDx Fortaleza faz palestra sobre as causas genéticas do autismo, apresenta pesquisas que exploram como a genética influencia o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), incentivando a reflexão e o debate sobre avanços científicos.

O texto aborda o desgaste físico, emocional e psicológico vivido por quem cuida de familiares doentes ou dependentes. A exaustão desses cuidadores é muitas vezes invisibilizada, apesar da carga diária que enfrentam. O post convida à reflexão sobre o autocuidado, os direitos dessas pessoas e a importância do suporte social e emocional para preservar sua saúde.

O texto aborda uma aula criativa conduzida por um professor que utiliza a tabuada do nove como ferramenta para refletir com seus alunos sobre como a sociedade reage aos erros individuais. Por meio desse exercício matemático, ele estimula uma reflexão sobre julgamento, empatia e aprendizado. A proposta pedagógica transcende a matemática, tornando-se um recurso para promover valores humanos e sociais.

O post apresenta o filme O Solista como uma sugestão sensível e profunda para quem se interessa por temas como amizade, saúde mental e música clássica. A história gira em torno da relação entre um jornalista e um músico sem-teto com esquizofrenia, destacando o poder transformador da escuta, do cuidado e da arte.

Neste texto, Marilice Costi atravessa o silêncio deixado pelo fogo — o incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria — com a força da linguagem poética. “AD AETERNUM” é mais que um poema: é um ritual de memória, um gesto de escuta às vozes caladas pela tragédia. O som que não se ouve, mas reverbera no tempo, ganha corpo nas palavras da autora, que transforma dor em palavra e palavra em presença. Com delicadeza e gravidade, o texto convida à reflexão sobre luto coletivo, justiça e a eternidade de quem partiu prematuramente.