
Grávida de Esperas
O que farei com a quantidade de textos que me vestem? Que me compõem por dentro? Que me fazem humana? Como esse que já fez
O que farei com a quantidade de textos que me vestem? Que me compõem por dentro? Que me fazem humana? Como esse que já fez
Recebi convite para participar de um sarau. Revendo meus livros de poesia, a sensação foi de autopertencimento e resistência. A vida nos exige coragem. HISTÓRIA
Entrevista feita por Shirley M. Cavalcante (SMC) MARILICE COSTI escreve e pinta desde menina, ensina com alegria, gosta de pesquisar, inventar e aprender. É arquiteta
Marilice Costi foi de uma felicidade ímpar ao valer-se de uma flor, Edelvais, para nos falar de sentimentos e da forma com que nos vinculamos
@Marilice Costi, 1987 – Direito Autoral de Publicação tilintam as chavesao apito da fábricaas portas aguardama última caminhadatilimaos passos de meu paio soalho e as
Luto, visto-me de negro. Estou atada. Enlutada.Tento desmanchar o nó na garganta com leituras, imagens, palavras.Procuro-me entre frases roubadas, orações desaparecidasmeu vocabulário se perde entre
[vc_row layout=”container”][vc_column][vc_column_text]Li o livro de Cristina Oliveira rapidamente, surpreendida por seu texto fluido de uma vida que se moveu entre muitos acontecimentos políticos e sociais.
Há tempos quero ficar comigo mesmo para poder criar, mas minha criatividade está coberta de uma tristeza profunda pelo meu país, por este desgoverno, por
reconhece tua dorrecupera tua forçareencontra teu medoreescuta teu gritorespeita teu prantoreestuda teu cantorecusa tua farsarespira teu corporevive teu postoressuscita tua almaredescobre teu vultorecusa a angústiarevela
Para que a gente escreve, se não é para juntar nossos pedacinhos? Desde que entramos na escola ou na igreja, a educação nos esquarteja: nos ensina a divorciar
Ariano Suassuna descreve exatamente como sinto meu trabalho e como me senti com os alunos da Escola Estadual de Ensino Zumbi dos Palmares, de Pontão,
Ina era nossa cozinheira. De enorme coração, ela exalava isso no amor com que cozinhava nossos alimentos. Fazia de tudo. Minha mãe supervisionava, ensinava, participava.
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