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Limites que nos faltam

O texto propõe uma reflexão sobre os limites ausentes na vida cotidiana — pessoais, sociais e afetivos — e os impactos dessa falta no bem-estar individual e coletivo. Ao questionar o estímulo aos excessos e a negligência com o autocuidado, a autora convida o leitor a revisitar escolhas, relações e comportamentos, num chamado à consciência e à empatia.

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O que temos a ver com o Mito de Pandora?

Neste post, o Mito de Pandora é abordado como uma metáfora atemporal sobre os dilemas da humanidade. A curiosidade que liberta males, mas também guarda a esperança, serve de ponto de partida para reflexões sobre cuidado, sofrimento e resiliência. A narrativa convida o leitor a pensar sobre o papel da família e dos cuidadores, valorizando a escuta, o acolhimento e os vínculos.

Z. Demétrio Costi em uma reunião com correligionários em área rural
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Seu Demétrio, meu pai.

Marilice homenageia seu pai, Zeferino Demétrio Costi — ex-prefeito de Encantado e exemplo de dedicação ao bem coletivo. Com palavras tocantes, ela relembra seu legado de diálogo, justiça e generosidade, destacando a falta que ele faz como figura paterna e democrática. Um tributo sincero que convida à reflexão sobre memória, saudade e inspiração.

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A coragem de ser poeta

Marilice Costi pondera sobre seu processo poético e a inteligência artificial envolvendo o seu leitor em seus questionamentos.

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Dica de série: UMA ADVOGADA EXTRAORDINÁRIA

Série emocionante que conta a vida de Woo Young-woo, uma advogada brilhante com autismo. Destaca desafios e triunfos de uma autista no mundo jurídico. É uma história inspiradora de superação e inclusão.

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Filmes ASIÁTICOS: uma descoberta feliz

Neste post, Marilice compartilha a alegria de descobrir o cinema asiático, ressaltando a sensibilidade das narrativas, a riqueza cultural e o encantamento com histórias que tocam o coração. Entre surpresas e aprendizados, o texto revela como esses filmes ampliam o olhar sobre a vida e conectam diferentes mundos por meio da emoção e da arte.

Dia Mundial de Conscientização do autismo
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Inclusão – 2 de abril – dia de comemorar avanços?

Marilice entrelaça sua vivência como mãe de uma pessoa com TEA à reflexão sobre o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Ao compartilhar trechos do processo que inspirou seu livro “Como controlar os lobos?”, ela questiona se os avanços celebrados nessa data são realmente significativos. Entre acolhimento, escola e afeto, o post convida à empatia e propõe uma escuta mais ativa às famílias que enfrentam o cuidado atípico com coragem e resiliência.

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Memórias de Marilice: Não verás país nenhum, verás?

As Palavras Andantes é uma coletânea de narrativas curtas que entrelaçam poesia, crítica social e mitologia latino-americana. Com linguagem lírica e simbólica, Galeano transforma o cotidiano em encantamento e resistência. As histórias transitam entre o real e o fantástico, o sagrado e o profano, revelando personagens esquecidos, vozes populares e sonhos despertos. Ilustrado com gravuras de J. Borges, o livro é um convite à reflexão sobre a dignidade, a memória e a utopia que caminham com quem lê.

Arteterapia

Arteterapia – saúde mental na escola

Projetos de Arteterapia têm trazido benefícios concretos: melhora da autoestima, expressão de sentimentos e reconexão entre pais e filhos. A proposta é integrar arteterapeutas às equipes escolares para criar ambientes mais saudáveis e afetivos.

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CAPITAL URBANO no voto

Neste poema, Marilice Costi transforma o cenário urbano de Porto Alegre — entre a rua Santana e a avenida Ipiranga — em palco de resistência e crítica social. Com linguagem poética e olhar sensível, o texto dá voz aos invisíveis da cidade, questiona a lógica do capital e ressignifica o ato de votar como expressão de cidadania e afeto. Um convite à escuta dos silenciados e à renovação do compromisso democrático pelas ruas que nos atravessam.

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DICA 1 – Para Escrever Bem

Marilice Costi compartilha uma dica essencial para quem deseja escrever com autenticidade: comece pelo que toca, não pelo que complica. Com uma linguagem acessível e afetiva, ela convida o leitor a reconectar palavras com sentimentos e intenções. Escrever bem, segundo ela, é mais do que técnica — é um exercício de escuta, presença e cuidado.

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