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Memórias de Marilice: Como tudo começou – 1/3

📘 Marilice compartilha um conto com seu professor, que a incentiva a participar do Concurso Nacional de Contos Mário Quintana. Ela é premiada em Alegrete, recebendo troféu, diploma e cheque. A viagem de volta mistura alegria e um incômodo não especificado — marcando o início de sua trajetória como escritora.

DIALÉTICA FORMAL

tento unir consoantes e vogais formas incompletas cobrem páginas de interrogações mortais   é quando estou no escuro que procuro a luz, meu alfabeto e

Literatura

Memórias de Marilice: ASSIM FOI MEU PAI

Um relato afetivo e íntimo de Marilice Costi sobre seu pai, Z. D. Costi. A autora resgata memórias familiares, valores transmitidos e momentos marcantes que revelam a presença silenciosa e significativa de um homem íntegro, trabalhador e inspirador. Uma homenagem delicada ao legado que permanece vivo na lembrança.

ARTETERAPIA: descobertas abrem portas

Os primeiros registros artísticos foram encontrados no interior das cavernas. A caverna é útero, abrigo, gruta, catacumba, porão, esconderijo, casa, interior. Todos precisamos de cavernas,

Arquitetura

Vila Z.D.Costi: um lugar topofílico

Um mergulho na memória afetiva do Frigorífico Z. D. Costi, antigo polo fabril de Passo Fundo. O texto resgata histórias de trabalho, comunidade e pertencimento, revelando como esse espaço se tornou símbolo de identidade coletiva e laços familiares.

Arquitetura

Empatia Empresarial?

Marilice Costi entrelaça memórias pessoais com experiências profissionais para refletir sobre a empatia no ambiente empresarial. A dor do outro — operários, colegas, familiares — revive lembranças profundas e convida à escuta sensível. A autora questiona como o mundo corporativo pode acolher afetos e humanizar relações, mesmo diante de falências, perdas e silêncios. Um convite à presença, à memória e ao cuidado no espaço de trabalho.

A Mulher Selvagem

A Mulher Selvagem tem uma força psicológica e instintiva que a acompanha, natureza que é citada na Psicanálise e na Biologia. Sábia, muitas vezes ela

Somos “Anjos de uma asa só”

– Preciso tomar um café! Vamos? Senti na voz que aquele convite tinha algo mais. A mãe precisava conversar, precisava mais que meus ouvidos, parecia

Minhas ÁRVORES e o Autocuidado

Nada somos sem acolhimento, sem liberdade para criar. Valorização, liberdade e autoestima são fundamentais. A coragem de criar resgata a riqueza que temos dentro de

DOS LUGARES AFINS

                                    Copywrite@MariliceCosti_2012 fachada máscara armadilha bordel labirinto baús

A Promotoria da JUSTIÇA é para todos!

Promotor de Justiça é aquele que PROMOVE A JUSTIÇA. A raiz da palavra já nos informa.  Ele atua no Ministério Público e seu papel é honroso

Partilha entre VIZINHAS

Ina era nossa cozinheira. De enorme coração, ela exalava isso no amor com que cozinhava nossos alimentos. Fazia de tudo. Minha mãe supervisionava, ensinava, participava.

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