
O poder dos animais no cuidado compartilhado
Um olhar sensível sobre o papel dos cuidadores familiares, suas memórias e o poder do companheirismo na jornada do autocuidado.

Um olhar sensível sobre o papel dos cuidadores familiares, suas memórias e o poder do companheirismo na jornada do autocuidado.

O texto explica que as migrações são causadas por fatores econômicos, sociais, políticos e emocionais, e que nem sempre quem migra tem plena consciência dos motivos. Destaca exemplos históricos e atuais, mostrando que as decisões de migrar envolvem tanto necessidades coletivas quanto questões pessoais, podendo trazer crescimento ou sofrimento.

Reflexão sobre os dilemas éticos enfrentados na docência sob pressão institucional. O texto destaca a importância da integridade profissional, do respeito mútuo entre escola e família, e do compromisso genuíno com o aluno — mesmo diante de exigências que desafiam os valores educacionais.

Ensinar tem se tornado um grande desafio diante de alunos impulsivos, pouco receptivos a limites e desmotivados. Marilice Costi relata uma experiência docente que pode auxiliar na resolução da agressividade em sala de aula.

Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva é símbolo de resistência, coerência e compromisso com o planeta. Mulher da floresta e voz firme no Congresso, sua trajetória inspira respeito e esperança em tempos difíceis.

O texto propõe uma reflexão sobre os limites ausentes na vida cotidiana — pessoais, sociais e afetivos — e os impactos dessa falta no bem-estar individual e coletivo. Ao questionar o estímulo aos excessos e a negligência com o autocuidado, a autora convida o leitor a revisitar escolhas, relações e comportamentos, num chamado à consciência e à empatia.

Neste post, o Mito de Pandora é abordado como uma metáfora atemporal sobre os dilemas da humanidade. A curiosidade que liberta males, mas também guarda a esperança, serve de ponto de partida para reflexões sobre cuidado, sofrimento e resiliência. A narrativa convida o leitor a pensar sobre o papel da família e dos cuidadores, valorizando a escuta, o acolhimento e os vínculos.

Marilice Costi pondera sobre seu processo poético e a inteligência artificial envolvendo o seu leitor em seus questionamentos.

Marilice entrelaça sua vivência como mãe de uma pessoa com TEA à reflexão sobre o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Ao compartilhar trechos do processo que inspirou seu livro “Como controlar os lobos?”, ela questiona se os avanços celebrados nessa data são realmente significativos. Entre acolhimento, escola e afeto, o post convida à empatia e propõe uma escuta mais ativa às famílias que enfrentam o cuidado atípico com coragem e resiliência.

O texto celebra o gesto do abraço como expressão de cuidado, afeto e presença. Através de uma abordagem poética, reflete sobre a memória que o toque carrega e sobre o quanto esse encontro silencioso pode dizer sem palavras.

O texto aborda o envelhecimento como um processo natural, destacando tanto seus aspectos positivos — como maturidade, tranquilidade, autoestima e convivência — quanto os desafios, como declínio da saúde, solidão e preconceito. Defende uma abordagem humanizada, com respeito, valorização da experiência e promoção do envelhecimento ativo, visando uma sociedade mais justa e inclusiva para todas as gerações.

A autora aborda a urgência na implantação da Lei de 2001 que trata da reforma psiquiátrica, com destaque para os manicômios judiciários. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Ministério da Saúde estão articulando formas de viabilizar a legislação dentro de um prazo de um ano. O texto convida à reflexão sobre os impactos dessas mudanças na saúde mental coletiva e o respeito aos direitos humanos no contexto institucional.