A Mulher Selvagem
A Mulher Selvagem tem uma força psicológica e instintiva que a acompanha, natureza que é citada na Psicanálise e na Biologia. Sábia, muitas vezes ela
A Mulher Selvagem tem uma força psicológica e instintiva que a acompanha, natureza que é citada na Psicanálise e na Biologia. Sábia, muitas vezes ela
– Preciso tomar um café! Vamos? Senti na voz que aquele convite tinha algo mais. A mãe precisava conversar, precisava mais que meus ouvidos, parecia
Nada somos sem acolhimento, sem liberdade para criar. Valorização, liberdade e autoestima são fundamentais. A coragem de criar resgata a riqueza que temos dentro de
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Promotor de Justiça é aquele que PROMOVE A JUSTIÇA. A raiz da palavra já nos informa. Ele atua no Ministério Público e seu papel é honroso
Ina era nossa cozinheira. De enorme coração, ela exalava isso no amor com que cozinhava nossos alimentos. Fazia de tudo. Minha mãe supervisionava, ensinava, participava.
O texto propõe uma atividade terapêutica com mandalas, círculos sagrados, que facilitam o processo de autoconhecimento. Em setting terapêutico, ela é uma ferramenta integrativa para saúde mental e espiritualidade pessoal.

Leitores compartilham suas impressões sobre os livros e artigos de Marilice Costi, revelando como suas palavras despertam afetos, reflexões e conexões profundas. O espaço convida à troca, à escuta e à valorização da literatura como experiência viva.

Breve relato sobre o Projeto Autor Presente e Marilice Costi no Instituto Carlos Chagas.

📝 Resumo
Neste post, compartilho reflexões sobre os desafios e aprendizados vividos ao lado do meu filho autista, Louis Felipe, em diferentes moradias assistidas. A partir da nossa participação como palestrantes no Fórum Social Mundial 2018, abordo a importância dos Serviços Residenciais Terapêuticos — conhecidos como Casa Lar — como espaços que promovem autonomia, autocuidado e preparação emocional para a vida adulta. A experiência de Louis, marcada por superação e crescimento, reforça a necessidade de ambientes que acolham e estimulem a independência de pessoas com deficiência, especialmente diante da ausência futura dos cuidadores principais.

No evento Jornada CELPCYRO, Marilice Costi sugeriu reflexões sobre o poder da palavra como forma de cuidado. Através da escrita, da escuta e da presença afetiva, o encontro abordou como a linguagem pode acolher, transformar e fortalecer quem cuida e quem é cuidado. Um momento de troca sensível entre literatura, memória e experiência, reafirmando a palavra como espaço de cura e conexão.
Após 3 anos de trabalho, um novo livro de Marilice Costi ficou pronto. Este livro é uma aula de cuidado através de uma alegoria. Conta