Blog: Marilice Costi

Poesia

VAI MULHER! – poema de Marilice Costi

O poema de Marilice Costi apresenta um movimento de reencontro consigo mesmo, guiado por verbos que convocam o sujeito a revisitar sua dor, sua força e seus silêncios. A autora constrói uma jornada de autoconhecimento em que cada gesto — respirar, recusar, revelar, ressuscitar — funciona como um passo para recuperar a própria inteireza.

Arteterapia

O AUTOCUIDADO NO BORDADO

Uma palestra do TED que trata da importância do bordado na partilha de sentimentos e costura nas relações.

Outros Textos

A coragem atrás da cortina das redes sociais

Este texto propõe uma reflexão sobre os comportamentos nas redes sociais e os limites entre exposição e autenticidade. Em tempos de curtidas e filtros, a coragem de ser verdadeiro se esconde atrás da aparência. A autora convida o leitor a pensar sobre os silêncios, as vulnerabilidades e os gestos que não cabem na vitrine digital.

Blog

Empatia & Conforto: o toque humano no cuidado com idosos

O post destaca como a empatia e o conforto térmico são fundamentais no cuidado com idosos. O cuidador deve estar atento não apenas às necessidades físicas, mas também aos sentimentos e percepções da pessoa cuidada, promovendo bem-estar com sensibilidade e presença.

Literatura

2020 Compreenda a letra do Samba-enredo da MANGUEIRA

Análise da letra do samba-enredo da Estação Primeira de Mangueira (2020), feita por uma professora de Português. Uma leitura poética e histórica que convida à reflexão e preservação da memória cultural.

Blog

Das Palavras Que Resistem

O texto reflete sobre o poder da palavra como bálsamo e resistência diante de ciclos de medo, inadequação e silenciamento. Inspirada no conceito de “sentipensar”, a autora afirma a arte como amálgama que sustenta, resgata e reconecta, permitindo que as palavras — mesmo confusas, sujas ou guardadas por décadas — encontrem seu caminho quando carregam verdade.

Autor desconhecido - Olho de pássaro
Livros

VIGILANTE

O poema apresenta a jornada simbólica de uma águia que observa, resiste e se transforma, revelando um movimento contínuo entre força e vulnerabilidade. O olhar da águia funciona como consciência vigilante: enxerga longe, mas também se inquieta, desce às profundezas, enfrenta desgaste e busca algo precioso que ainda não se revela. Ao mesmo tempo, ela recompõe as asas, aprende de novo e retorna ao alto, onde a luz é intensa demais — lembrando Ícaro, mas sem repetir sua queda. A vigília, aqui, é tanto cansaço quanto encanto, um estado de presença que raramente adormece.

Eventos

CUIDADOR FAMILIAR: Quem cuida de mim?

O texto aborda o papel do cuidador familiar, destacando os desafios emocionais, físicos e sociais enfrentados por quem cuida de outras pessoas. Questiona quem oferece suporte a esses cuidadores e propõe uma reflexão sobre autocuidado, reconhecimento e redes de apoio. É um convite à valorização de quem cuida — e à importância de também cuidar de si.

Jornada de Trabalho do PAI reduzida!

O post trata de um direito humano que permite a redução da jornada de trabalho em 50% para o pai, com o objetivo de que ele possa cuidar do filho. É uma valorização do papel paterno no cuidado familiar, promovendo maior inserção social, responsabilidade afetiva e suporte à pessoa com deficiência, quando aplicável.

Artigos

AUTOR PRESENTE: MARILICE em PONTÃO/RS

O post relata a participação de Marilice Costi no projeto Autor Presente, realizado na Escola Estadual Zumbi dos Palmares, em Pontão/RS. A atividade promoveu encontros literários com estudantes, valorizando a escuta sensível, o diálogo e o estímulo à leitura. A presença da autora proporcionou trocas afetivas e reflexivas, aproximando os jovens da literatura como espaço de expressão e pertencimento.

Blog

Dica de filme: O SUBSTITUTO

O texto entrelaça a experiência pessoal da autora com o filme O Substituto, destacando como situações de desrespeito e agressão simbólica em sala de aula revelam fragilidades emocionais dos alunos e exigem do professor maturidade, autocontrole e empatia. A narrativa relembra um episódio marcante em que um aluno reagiu violentamente a uma nota baixa, e como a resposta silenciosa e ponderada da professora se tornou uma lição sobre respeito e diálogo.

A partir do filme, que aborda temas como comunicação, frustração, violência e o peso emocional carregado por alunos e educadores, o texto reflete sobre a missão do professor: orientar, acolher e também cuidar de si. A obra cinematográfica é apresentada como um convite à introspecção e à compreensão da natureza humana, reforçando a importância da empatia no ambiente educacional. O desfecho retoma a bolinha de papel — símbolo do conflito — transformada em oportunidade de aprendizado e reflexão para ambos.

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