Blog: pertencimento

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ARTIGO III — As feridas que nos movem

O Artigo III encerra a série mostrando, a partir de Safatle, que a migração brasileira não é apenas um movimento econômico, mas um sintoma de feridas históricas que nunca foram elaboradas. A escola adoecida, o Estado ausente e a elite que abandona o país revelam um Brasil que empurra seus próprios cidadãos para longe. O texto argumenta dores a serem tratadas para um país se construir.

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ARTIGO I — Quando o chão se move: o instante antes da partida

O Artigo II mostra como o Brasil repete, hoje, um movimento antigo: o de expulsar seus próprios filhos. A migração aparece como eco de feridas históricas e familiares — da escola adoecida ao Estado ausente, da violência cotidiana à elite que abandona o país que a formou. É um retrato de um Brasil que não cuida, e por isso empurra. Migrar, aqui, não é sonho: é consequência.