
Dica de leitor: A fábula do cuidador
Sandra Radin, ao falar do livro A fábula do cuidador, destaca a abordagem sensível e simbólica sobre o autocuidado. Um livro repleto de ensinamentos de vida e de autocuidado.

Sandra Radin, ao falar do livro A fábula do cuidador, destaca a abordagem sensível e simbólica sobre o autocuidado. Um livro repleto de ensinamentos de vida e de autocuidado.

Para Alice, minha mãe. Mãe, o que poderei fazer agora? Era a pergunta recorrente após a refeição, tudo dependia de sua permissão. Mamãe sempre queria

A autora destaca o valor simbólico e histórico da arquitetura nacional, mostrando que certas edificações representam mais do que estruturas físicas: são parte da identidade cultural brasileira, conectam gerações e fortalecem o senso de pertencimento. Defende que a arquitetura histórica guarda memórias e valores imensuráveis, por isso não deve ser tratada como mercadoria — “valor que não se mede não pode ir a leilão.” Preservar esses prédios é afirmar nossa cultura e nossa história coletiva. O tom é enfático e reflexivo, reforçando a importância da consciência coletiva e da proteção dos bens culturais.

O texto é uma homenagem poética ao pai da autora, construída a partir de lembranças afetivas. Escrito originalmente em 1999 e revisitado em 2021, evoca memórias familiares por meio de imagens, objetos e sentimentos que revelam vínculos profundos e duradouros.

Escrito no dia em que o Brasil ultrapassou a marca de 500 mil mortos pela Covid-19, o poema “Palavras Engasgadas” expressa a dor coletiva diante da tragédia. Com linguagem sensível e contida, o texto transforma o silêncio em denúncia e memória, revelando o impacto emocional de um luto compartilhado.

OUTRA IDADE Marilice Costi O contorno de outras rugas faz meus olhos perderem a timidez e farejar o caminho Copyright@MariliceCosti_1984 ___________ Eu viajei

Entre desejos que correm, asas que se abrem e mistérios que se revelam no silêncio do tempo, este poema percorre interiores profundos. Fala de espelhos que revolvem tormentas, de cidades invisíveis que despertam, de barcos que navegam em amor tinto e de entardeceres que guardam poesia pura. Uma travessia sensível, cheia de imagens vivas, onde cada verso é um portal para sentir.

🎙️ Você consegue ouvir o que foi calado? Em Soterradas vozes?, Marilice Costi transforma silêncio em linguagem, memória em presença. O poema convida à escuta profunda — aquela que reconhece o eco das vozes abafadas pelo tempo, pela dor e pela história. Com imagens delicadas e força poética, a autora revela que há potência no que não se diz. Leia e descubra o que ainda pulsa sob a superfície.

_________________Copywright 2012 Marilice Costi adocicar o tempo e encaixar realidades do viver? gravidez de possibilidades oceano de desejos – um amor côncavo-convexo, o

Copyrigh@Marilice Costi_2018 tanta empatia em um coração cansado de imagens, tão excesso são mais profundidades cada vez em menor tempo são cada vez mais

O poema de Marilice Costi apresenta um movimento de reencontro consigo mesmo, guiado por verbos que convocam o sujeito a revisitar sua dor, sua força e seus silêncios. A autora constrói uma jornada de autoconhecimento em que cada gesto — respirar, recusar, revelar, ressuscitar — funciona como um passo para recuperar a própria inteireza.

Este texto propõe uma reflexão sobre os comportamentos nas redes sociais e os limites entre exposição e autenticidade. Em tempos de curtidas e filtros, a coragem de ser verdadeiro se esconde atrás da aparência. A autora convida o leitor a pensar sobre os silêncios, as vulnerabilidades e os gestos que não cabem na vitrine digital.