
A coragem de ser poeta
Marilice Costi pondera sobre seu processo poético e a inteligência artificial envolvendo o seu leitor em seus questionamentos.

Marilice Costi pondera sobre seu processo poético e a inteligência artificial envolvendo o seu leitor em seus questionamentos.

As Palavras Andantes é uma coletânea de narrativas curtas que entrelaçam poesia, crítica social e mitologia latino-americana. Com linguagem lírica e simbólica, Galeano transforma o cotidiano em encantamento e resistência. As histórias transitam entre o real e o fantástico, o sagrado e o profano, revelando personagens esquecidos, vozes populares e sonhos despertos. Ilustrado com gravuras de J. Borges, o livro é um convite à reflexão sobre a dignidade, a memória e a utopia que caminham com quem lê.

Neste texto, Marilice apresenta uma fábula sensível sobre o papel do cuidador, mesclando elementos lúdicos e reflexivos para valorizar quem cuida de outras vidas. A história evoca sabedoria e afeto, se transforma em convite à escuta, ao reconhecimento e à construção de redes solidárias que respeitem as necessidades de quem cuida.

O poema mistura criação e recriação como se fosse uma receita em constante transformação. Desde sua origem em 2009, ele foi modificado inúmeras vezes, num processo que reflete a busca por significado, sensibilidade e imagem poética. A cada versão, ingredientes são acrescentados ou retirados, revelando uma escrita que se reinventa e se questiona. É uma metáfora viva sobre o ato de escrever e as camadas do olhar artístico.

Neste poema, Marilice Costi percorre as águas da dor e o solo da memória para ressignificar o pertencimento à Pátria. Inspirada pelas enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, a autora entrelaça sentimentos de perda, resistência e identidade nacional com a força lírica da poesia. A cidade, os afetos e os silêncios se tornam testemunhas de um Brasil que salva e sangra.

A metáfora no poema de Marilice Costi -“imposto de renda”, ao mesmo tempo que nos envolve, nos diverte e ensina a importância da figura de linguagem.

Um livro sensível e poético que une práticas de arteterapia e escrita criativa para refletir sobre o cuidado, a escuta e a potência das palavras. Marilice Costi compartilha experiências vividas em oficinas terapêuticas, revelando como a literatura pode ser ferramenta de acolhimento e transformação.

O texto reflete sobre como a escrita é uma ferramenta de expressão, autoconhecimento e cura. Escrever permite acessar camadas profundas da experiência interior, transformando vivências em linguagem e promovendo conexão consigo e com o mundo.

Uma homenagem afetiva a figuras familiares marcantes, entrelaçando lembranças, ensinamentos e saudade. O texto revela vínculos profundos e transforma a ausência em reflexão sensível sobre o amor, o cuidado e a memória.

A obra “Do esvoaçar da língua”, de Marilice Costi, foi semifinalista no 4º Prêmio Internacional Pena de Ouro. O texto celebra a força poética feminina e a sutileza da linguagem, destacando o papel da autora como voz sensível na literatura contemporânea.

🫥 O texto aborda com sensibilidade o cotidiano silencioso dos cuidadores familiares de pessoas com deficiência. A narrativa revela o invisível de uma mãe.

O texto orienta pais e cuidadores na escolha de uma creche ideal, destacando pontos essenciais como acolhimento, segurança, infraestrutura, respeito à individualidade da criança e parceria com a família. A abordagem propõe um olhar sensível e responsável sobre essa decisão tão importante para o desenvolvimento infantil.