
O poder dos animais no cuidado compartilhado
Um olhar sensível sobre o papel dos cuidadores familiares, suas memórias e o poder do companheirismo na jornada do autocuidado.

Um olhar sensível sobre o papel dos cuidadores familiares, suas memórias e o poder do companheirismo na jornada do autocuidado.

Reflexão sobre os dilemas éticos enfrentados na docência sob pressão institucional. O texto destaca a importância da integridade profissional, do respeito mútuo entre escola e família, e do compromisso genuíno com o aluno — mesmo diante de exigências que desafiam os valores educacionais.

O texto aborda a importância da comunicação com os idosos com empatia, simpatia e respeito. Enfatiza a necessidade de compreender o seu contexto, suas experiências e construir-se com sua memória.

🫥 O texto aborda com sensibilidade o cotidiano silencioso dos cuidadores familiares de pessoas com deficiência. A narrativa revela o invisível de uma mãe.

O texto aborda uma aula criativa conduzida por um professor que utiliza a tabuada do nove como ferramenta para refletir com seus alunos sobre como a sociedade reage aos erros individuais. Por meio desse exercício matemático, ele estimula uma reflexão sobre julgamento, empatia e aprendizado. A proposta pedagógica transcende a matemática, tornando-se um recurso para promover valores humanos e sociais.

Este texto, publicado em 16 de outubro de 2022 por Marilice Costi, é uma reflexão sensível e profunda sobre os limites da dor emocional, especialmente vivenciada por mães em situações de vulnerabilidade.
🔍 Temas centrais abordados:
– A dor extrema enfrentada por mães abandonadas, mães atípicas e mães de filhos com deficiência.
– A solidão e o esgotamento emocional que podem levar ao limite da resistência humana.
– A importância de reconhecer o sofrimento dessas mulheres e oferecer acolhimento, escuta e suporte.
– A dor como experiência que ultrapassa o físico e se instala na alma, exigindo cuidado terapêutico e social.
– Dor, solidão, suicídio, mães sozinhas, mães de filhos com TEA, mães abandonadas.

Este texto propõe uma reflexão sobre os comportamentos nas redes sociais e os limites entre exposição e autenticidade. Em tempos de curtidas e filtros, a coragem de ser verdadeiro se esconde atrás da aparência. A autora convida o leitor a pensar sobre os silêncios, as vulnerabilidades e os gestos que não cabem na vitrine digital.

O post destaca como a empatia e o conforto térmico são fundamentais no cuidado com idosos. O cuidador deve estar atento não apenas às necessidades físicas, mas também aos sentimentos e percepções da pessoa cuidada, promovendo bem-estar com sensibilidade e presença.