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Literatura

DA FALTA DE ABRAÇO

Entre desejos que correm, asas que se abrem e mistérios que se revelam no silêncio do tempo, este poema percorre interiores profundos. Fala de espelhos que revolvem tormentas, de cidades invisíveis que despertam, de barcos que navegam em amor tinto e de entardeceres que guardam poesia pura. Uma travessia sensível, cheia de imagens vivas, onde cada verso é um portal para sentir.