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ARTIGO III — As feridas que nos movem
O Artigo III encerra a série mostrando, a partir de Safatle, que a migração brasileira não é apenas um movimento econômico, mas um sintoma de feridas históricas que nunca foram elaboradas. A escola adoecida, o Estado ausente e a elite que abandona o país revelam um Brasil que empurra seus próprios cidadãos para longe. O texto argumenta dores a serem tratadas para um país se construir.

ARTIGO II — O país que expulsa: ecos de um passado
O segundo artigo da série *Feridas que Migram* mergulha na história que insiste em retornar. Mostro como o Brasil, hoje, repete o movimento de expulsar seus filhos — assim como a Itália fez no século XIX. A migração aparece como eco de feridas familiares, sociais e institucionais: a escola adoecida, o Estado ausente, a elite que abandona o país que a formou.
Migrar, aqui, não é sonho: é consequência de um país que não cuida.

ARTIGO I — Quando o chão se move: o instante antes da partida
O Artigo II mostra como o Brasil repete, hoje, um movimento antigo: o de expulsar seus próprios filhos. A migração aparece como eco de feridas históricas e familiares — da escola adoecida ao Estado ausente, da violência cotidiana à elite que abandona o país que a formou. É um retrato de um Brasil que não cuida, e por isso empurra. Migrar, aqui, não é sonho: é consequência.

✅ SÉRIE “FERIDAS QUE MIGRAM”
Esta série em três artigos percorre o território íntimo e coletivo das migrações brasileiras.
No **primeiro texto**, acompanhamos o instante em que o chão se move — o momento silencioso em que alguém percebe que já não consegue permanecer. Migrar nasce como ferida, não como sonho.
No **segundo**, mergulhamos na história que insiste em retornar: o Brasil que expulsa seus filhos, a Europa que ora repele, ora acolhe, e as repetições que atravessam gerações. A migração aparece como eco de um passado que nunca passou.
No **terceiro**, com a lente de Vladimir Safatle, entendemos que só encontramos direção quando encaramos nossas dores. A ferida torna-se bússola. Sem elaborá-la, seguimos exportando jovens, sonhos e futuro. Com ela, talvez possamos reconstruir o país que ainda não aprendemos a cuidar.
Uma trilogia sobre partir, permanecer e, sobretudo, **sobre o que nos move**.

Inteligência Artificial
A escritora afirma que a mente humana é única: biológica, emocional, moldada por vivências e memórias. Já a IA apenas processa dados sem sentir, viver, amar ou temer. Nenhuma máquina pode substituir a profundidade da experiência humana.

O poder dos animais no cuidado compartilhado
Um olhar sensível sobre o papel dos cuidadores familiares, suas memórias e o poder do companheirismo na jornada do autocuidado.

Entre raízes e sonhos: o impacto das migrações
O texto explica que as migrações são causadas por fatores econômicos, sociais, políticos e emocionais, e que nem sempre quem migra tem plena consciência dos motivos. Destaca exemplos históricos e atuais, mostrando que as decisões de migrar envolvem tanto necessidades coletivas quanto questões pessoais, podendo trazer crescimento ou sofrimento.

Dica de Série – Bolívar
A série Bolívar é mais do que uma narrativa histórica — é um convite à reflexão sobre liberdade, justiça e consciência coletiva. O post destaca como a produção evidencia o poder da educação e o papel essencial do professor na formação de cidadãos críticos e engajados. Ao conectar cultura e história, reforça que educadores são agentes de transformação tão importantes quanto os grandes líderes retratados nas telas.

Pais e a Escola: uma relação fundamental
Reflexão sobre os dilemas éticos enfrentados na docência sob pressão institucional. O texto destaca a importância da integridade profissional, do respeito mútuo entre escola e família, e do compromisso genuíno com o aluno — mesmo diante de exigências que desafiam os valores educacionais.

PETS – convívio e empatia
Este texto propõe uma reflexão sensível sobre o papel dos animais de estimação na construção de lares mais afetivos e saudáveis. Através do convívio com os pets, desenvolvemos empatia, responsabilidade e vínculos emocionais profundos que impactam positivamente nossa saúde física e mental. Um convite à valorização do afeto cotidiano e do poder curativo presente na relação humano-animal.

Ipê centenário – um capital
O texto celebra a presença de um ipê centenário em meio à vida urbana de Porto Alegre, destacando sua força simbólica, beleza e resistência. Marilice Costi reflete sobre a relação entre natureza e cidade, memória e pertencimento, revelando como uma árvore pode se tornar patrimônio afetivo e cultural.

Os direitos do cuidador
O post destaca a importância de reconhecer os direitos dos cuidadores de pessoas com Alzheimer, valorizando sua dedicação em diferentes contextos — do lar às instituições. Traz dicas práticas e reforça o respeito por esse papel essencial.