
DO SER MÃE 1: A contação de histórias
Para Alice, minha mãe. Mãe, o que poderei fazer agora? Era a pergunta recorrente após a refeição, tudo dependia de sua permissão. Mamãe sempre queria

Para Alice, minha mãe. Mãe, o que poderei fazer agora? Era a pergunta recorrente após a refeição, tudo dependia de sua permissão. Mamãe sempre queria

A autora destaca o valor simbólico e histórico da arquitetura nacional, mostrando que certas edificações representam mais do que estruturas físicas: são parte da identidade cultural brasileira, conectam gerações e fortalecem o senso de pertencimento. Defende que a arquitetura histórica guarda memórias e valores imensuráveis, por isso não deve ser tratada como mercadoria — “valor que não se mede não pode ir a leilão.” Preservar esses prédios é afirmar nossa cultura e nossa história coletiva. O tom é enfático e reflexivo, reforçando a importância da consciência coletiva e da proteção dos bens culturais.

O texto é uma homenagem poética ao pai da autora, construída a partir de lembranças afetivas. Escrito originalmente em 1999 e revisitado em 2021, evoca memórias familiares por meio de imagens, objetos e sentimentos que revelam vínculos profundos e duradouros.

Escrito no dia em que o Brasil ultrapassou a marca de 500 mil mortos pela Covid-19, o poema “Palavras Engasgadas” expressa a dor coletiva diante da tragédia. Com linguagem sensível e contida, o texto transforma o silêncio em denúncia e memória, revelando o impacto emocional de um luto compartilhado.

Cristina Oliveira compartilha sua vivência com o transtorno bipolar em uma narrativa sensível e inspiradora. O livro revela como sua trajetória política, afetiva e familiar é atravessada pela bipolaridade, sem que isso a defina. Com leveza e coragem, ela transforma sua história em um projeto escolar que promove escuta, inclusão e afeto. Uma leitura que reforça: somos muito mais do que nossas doenças.

O post apresenta o poema “Levanta a fronte, levanta!” do poeta português Luís Veiga Leitão, que veio ao Brasil para proteger o filho da ditadura de Salazar. A obra é um chamado à resistência e à dignidade, evocando coragem diante da opressão. Marilice Costi conecta o poema ao contexto atual, desejando que 2020 inspire força para proteger nossos irmãos e manter viva a esperança.

Entrevista com Marilice Costi
Marilice Costi fala sobre o livro como uma fábula poética voltada a quem cuida dos outros. A personagem Edelvais, uma flor sensível e inventiva, representa o cuidador que precisa aprender a cuidar de si. A autora destaca o valor da escuta, do afeto e do descanso, propondo uma narrativa lúdica com personagens simbólicos como a raposa, o cavaleiro e a gaivota Fernão.
“Transformar dor em poesia é também um gesto de cuidado.”

OUTRA IDADE Marilice Costi O contorno de outras rugas faz meus olhos perderem a timidez e farejar o caminho Copyright@MariliceCosti_1984 ___________ Eu viajei

Entre desejos que correm, asas que se abrem e mistérios que se revelam no silêncio do tempo, este poema percorre interiores profundos. Fala de espelhos que revolvem tormentas, de cidades invisíveis que despertam, de barcos que navegam em amor tinto e de entardeceres que guardam poesia pura. Uma travessia sensível, cheia de imagens vivas, onde cada verso é um portal para sentir.

🎙️ Você consegue ouvir o que foi calado? Em Soterradas vozes?, Marilice Costi transforma silêncio em linguagem, memória em presença. O poema convida à escuta profunda — aquela que reconhece o eco das vozes abafadas pelo tempo, pela dor e pela história. Com imagens delicadas e força poética, a autora revela que há potência no que não se diz. Leia e descubra o que ainda pulsa sob a superfície.

_________________Copywright 2012 Marilice Costi adocicar o tempo e encaixar realidades do viver? gravidez de possibilidades oceano de desejos – um amor côncavo-convexo, o

A matéria mostra que a psicopatia não é “maldade”, mas um transtorno de personalidade marcado por frieza emocional, ausência de culpa e manipulação. Psicopatas podem ser socialmente funcionais, mas seus vínculos são instrumentais — e a convivência, quase sempre, deixa marcas.