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DESEJO

Marilice Costi  eu te queria menos rotineiro um pouco, só um pouco louco roubando flores, um tanto inconsequente e me beijando me tentando sempre como

colagem e lápis preto
Acervo

Collage – Novo Mundo

Quando eu fazia o mestrado, cursei uma disciplina cuja teoria, formas e composições eram conteúdo para compreender o momento histórico das Artes sua relação com

TODOS JUNTOS em tempos duros!

Fiz esta pintura na época da ditadura. Não se confiava em ninguém. Jornais substituíam as matérias censuradas por poemas ou retângulos pretos. Se os censores

Um TEMPO de Palavras

Nada é tão poderoso quanto uma palavra quando seu tempo chegou! Victor Hugo Foi bom pra vc? Ah, palavras são poderosas! Um dia me disseram:

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Memórias de Marilice: Como tudo começou – 1/3

📘 Marilice compartilha um conto com seu professor, que a incentiva a participar do Concurso Nacional de Contos Mário Quintana. Ela é premiada em Alegrete, recebendo troféu, diploma e cheque. A viagem de volta mistura alegria e um incômodo não especificado — marcando o início de sua trajetória como escritora.

DIALÉTICA FORMAL

tento unir consoantes e vogais formas incompletas cobrem páginas de interrogações mortais   é quando estou no escuro que procuro a luz, meu alfabeto e

Literatura

Memórias de Marilice: ASSIM FOI MEU PAI

Um relato afetivo e íntimo de Marilice Costi sobre seu pai, Z. D. Costi. A autora resgata memórias familiares, valores transmitidos e momentos marcantes que revelam a presença silenciosa e significativa de um homem íntegro, trabalhador e inspirador. Uma homenagem delicada ao legado que permanece vivo na lembrança.

ARTETERAPIA: descobertas abrem portas

Os primeiros registros artísticos foram encontrados no interior das cavernas. A caverna é útero, abrigo, gruta, catacumba, porão, esconderijo, casa, interior. Todos precisamos de cavernas,

Arquitetura

Vila Z.D.Costi: um lugar topofílico

Um mergulho na memória afetiva do Frigorífico Z. D. Costi, antigo polo fabril de Passo Fundo. O texto resgata histórias de trabalho, comunidade e pertencimento, revelando como esse espaço se tornou símbolo de identidade coletiva e laços familiares.

Arquitetura

Empatia Empresarial?

Marilice Costi entrelaça memórias pessoais com experiências profissionais para refletir sobre a empatia no ambiente empresarial. A dor do outro — operários, colegas, familiares — revive lembranças profundas e convida à escuta sensível. A autora questiona como o mundo corporativo pode acolher afetos e humanizar relações, mesmo diante de falências, perdas e silêncios. Um convite à presença, à memória e ao cuidado no espaço de trabalho.

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