Blog: Marilice Costi

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Dica de Livro: Sou mais do que minha doença

Cristina Oliveira compartilha sua vivência com o transtorno bipolar em uma narrativa sensível e inspiradora. O livro revela como sua trajetória política, afetiva e familiar é atravessada pela bipolaridade, sem que isso a defina. Com leveza e coragem, ela transforma sua história em um projeto escolar que promove escuta, inclusão e afeto. Uma leitura que reforça: somos muito mais do que nossas doenças.

Veiga Leitão, poeta
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Levanta a fronte, levanta! – VEIGA LEITÃO

O post apresenta o poema “Levanta a fronte, levanta!” do poeta português Luís Veiga Leitão, que veio ao Brasil para proteger o filho da ditadura de Salazar. A obra é um chamado à resistência e à dignidade, evocando coragem diante da opressão. Marilice Costi conecta o poema ao contexto atual, desejando que 2020 inspire força para proteger nossos irmãos e manter viva a esperança.

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O afeto de Marilice pulsa na escrita – A Fábula do Cuidador – Entrevista

Entrevista com Marilice Costi
Marilice Costi fala sobre o livro como uma fábula poética voltada a quem cuida dos outros. A personagem Edelvais, uma flor sensível e inventiva, representa o cuidador que precisa aprender a cuidar de si. A autora destaca o valor da escuta, do afeto e do descanso, propondo uma narrativa lúdica com personagens simbólicos como a raposa, o cavaleiro e a gaivota Fernão.
“Transformar dor em poesia é também um gesto de cuidado.”

Poesia

OUTRA IDADE

OUTRA IDADE              Marilice Costi O contorno de outras rugas faz meus olhos perderem a timidez e farejar o caminho   Copyright@MariliceCosti_1984 ___________ Eu viajei

Literatura

DA FALTA DE ABRAÇO

Entre desejos que correm, asas que se abrem e mistérios que se revelam no silêncio do tempo, este poema percorre interiores profundos. Fala de espelhos que revolvem tormentas, de cidades invisíveis que despertam, de barcos que navegam em amor tinto e de entardeceres que guardam poesia pura. Uma travessia sensível, cheia de imagens vivas, onde cada verso é um portal para sentir.

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Soterradas vozes?

🎙️ Você consegue ouvir o que foi calado? Em Soterradas vozes?, Marilice Costi transforma silêncio em linguagem, memória em presença. O poema convida à escuta profunda — aquela que reconhece o eco das vozes abafadas pelo tempo, pela dor e pela história. Com imagens delicadas e força poética, a autora revela que há potência no que não se diz. Leia e descubra o que ainda pulsa sob a superfície.

Outros Textos

SANTOS ÓLEOS

_________________Copywright 2012 Marilice Costi   adocicar o tempo e encaixar realidades do viver? gravidez de possibilidades oceano de desejos – um amor   côncavo-convexo, o

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A doença da maldade: como conviver com psicopatas?

A matéria mostra que a psicopatia não é “maldade”, mas um transtorno de personalidade marcado por frieza emocional, ausência de culpa e manipulação. Psicopatas podem ser socialmente funcionais, mas seus vínculos são instrumentais — e a convivência, quase sempre, deixa marcas.

Outros Textos

Covid – Seguros e Transporte

O texto aborda o Projeto de Lei aprovado no Congresso Nacional que trata da cobertura de seguros e do transporte inclusivo para cuidadores e pessoas com deficiência durante a pandemia de Covid-19. A proposta reconhece a importância desses profissionais e busca garantir proteção legal e logística em tempos de crise sanitária. O post destaca os impactos sociais da medida e sua relevância para a inclusão e o cuidado.

Poesia

SINTOMAS DA ALMA

Copyrigh@Marilice Costi_2018 tanta empatia em um coração cansado de imagens, tão excesso   são mais profundidades cada vez em menor tempo são cada vez mais

Poesia

OUTRO UNIVERSO

@Copyright – Direitos autorais reservados Hoje eu queria estar em um universo autista Viver em outro planeta Colher em outros caminhos Ter palavras com novos

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Dica de filme: A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS

Em uma história comovente que se passa na Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial, o filme retrata a vida de Liesel Meminger, uma jovem que encontra consolo em livros roubados enquanto enfrenta as dificuldades da guerra. Através da leitura, ela forma laços profundos e descobre o poder das palavras para resistir à opressão e encontrar esperança.

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