
SÍSIFO
A autora propõe uma conexão entre o mito e a experiência de quem cuida, especialmente mães e cuidadores familiares, que enfrentam tarefas repetitivas e desgastantes, mas movidas por amor.

A autora propõe uma conexão entre o mito e a experiência de quem cuida, especialmente mães e cuidadores familiares, que enfrentam tarefas repetitivas e desgastantes, mas movidas por amor.

Sandra Radin, ao falar do livro A fábula do cuidador, destaca a abordagem sensível e simbólica sobre o autocuidado. Um livro repleto de ensinamentos de vida e de autocuidado.

A sábia e eu narra o encontro transformador entre duas mulheres de gerações diferentes. A convivência revela aprendizados silenciosos, afetos inesperados e uma sabedoria que nasce do olhar atento para o outro. É uma história sobre escuta, maturidade e o poder das relações que nos moldam.

Para Alice, minha mãe. Mãe, o que poderei fazer agora? Era a pergunta recorrente após a refeição, tudo dependia de sua permissão. Mamãe sempre queria

A autora defende o valor simbólico e histórico da arquitetura nacional, destacando como certas edificações representam mais do que estruturas físicas — elas são parte da identidade cultural brasileira, conectando gerações e oferecendo um senso de pertencimento ao país.
Mensagens centrais: A arquitetura histórica carrega memórias e valores que não podem ser mensurados economicamente.
Colocar esse patrimônio à venda é visto como inaceitável, pois “valor que não se mede não pode ir a leilão.”
Preservar esses prédios é uma forma de afirmar nossa cultura e história coletiva.
Tom do texto: O tom é enfático e reflexivo, ressaltando a importância da consciência coletiva sobre o valor dos bens culturais e a necessidade de protegê-los.

O texto é uma homenagem poética ao pai da autora, construída a partir de lembranças afetivas. Escrito originalmente em 1999 e revisitado em 2021, evoca memórias familiares por meio de imagens, objetos e sentimentos que revelam vínculos profundos e duradouros.

Escrito no dia em que o Brasil ultrapassou a marca de 500 mil mortos pela Covid-19, o poema “Palavras Engasgadas” expressa a dor coletiva diante da tragédia. Com linguagem sensível e contida, o texto transforma o silêncio em denúncia e memória, revelando o impacto emocional de um luto compartilhado.

Cristina Oliveira compartilha sua vivência com o transtorno bipolar em uma narrativa sensível e inspiradora. O livro revela como sua trajetória política, afetiva e familiar é atravessada pela bipolaridade, sem que isso a defina. Com leveza e coragem, ela transforma sua história em um projeto escolar que promove escuta, inclusão e afeto. Uma leitura que reforça: somos muito mais do que nossas doenças.

MANIFESTO PESSOAL Quem me conhece sabe que círculo na área da Saúde Mental há muito tempo. Sempre me manifestei a favor das mudanças nas políticas

O post apresenta o poema “Levanta a fronte, levanta!” do poeta português Luís Veiga Leitão, que veio ao Brasil para proteger o filho da ditadura de Salazar. A obra é um chamado à resistência e à dignidade, evocando coragem diante da opressão. Marilice Costi conecta o poema ao contexto atual, desejando que 2020 inspire força para proteger nossos irmãos e manter viva a esperança.

Entrevista com Marilice Costi
Marilice Costi fala sobre o livro como uma fábula poética voltada a quem cuida dos outros. A personagem Edelvais, uma flor sensível e inventiva, representa o cuidador que precisa aprender a cuidar de si. A autora destaca o valor da escuta, do afeto e do descanso, propondo uma narrativa lúdica com personagens simbólicos como a raposa, o cavaleiro e a gaivota Fernão.
“Transformar dor em poesia é também um gesto de cuidado.”

OUTRA IDADE Marilice Costi O contorno de outras rugas faz meus olhos perderem a timidez e farejar o caminho Copyright@MariliceCosti_1984 ___________ Eu viajei