Esta série em três artigos percorre o território íntimo e coletivo das migrações brasileiras.
No **primeiro texto**, acompanhamos o instante em que o chão se move — o momento silencioso em que alguém percebe que já não consegue permanecer. Migrar nasce como ferida, não como sonho.
No **segundo**, mergulhamos na história que insiste em retornar: o Brasil que expulsa seus filhos, a Europa que ora repele, ora acolhe, e as repetições que atravessam gerações. A migração aparece como eco de um passado que nunca passou.
No **terceiro**, com a lente de Vladimir Safatle, entendemos que só encontramos direção quando encaramos nossas dores. A ferida torna-se bússola. Sem elaborá-la, seguimos exportando jovens, sonhos e futuro. Com ela, talvez possamos reconstruir o país que ainda não aprendemos a cuidar.
Uma trilogia sobre partir, permanecer e, sobretudo, **sobre o que nos move**.